Jogou lá? A passagem de Edílson capetinha no Benfica

Jogou lá? A passagem de Edílson capetinha no Benfica

Por: Alexander Rodrigues

Edílson da Silva Ferreira, o popular Edílson Capetinha, é bem famoso aqui no Brasil pelas passagens de sucesso com dribles, gols e títulos por times de massa.

Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Vaco da Gama e Cruzeiro são exemplos de onde o atacante rápido e habilidoso desfilou todo o seu futebol durante a carreira.

Além disso, o atleta fez parte do grupo brasileiro que se sagrou pentacampeão do mundo na Copa da Coreia e do Japão no ano de 2002, sendo figura presente durante as eliminatórias.

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Porém, o que pouca gente sabe é que Edílson já atuou na Europa e não foi por qualquer clube, foi pelo gigante Benfica de Portugal. Nós vamos falar um pouco dessa aventura.

Tudo começou em 94, quando o Palmeiras, com a grana da Parmalat, contratou Freddy Rincón, que chegava badalado do Real Madrid. Isso fez com que Edílson perdesse o lugar no time titular.

Recusando ser reserva, o Capetinha pediu para ser emprestado e o seu destino foi o Benfica, pois a Parmalat também era patrocinadora do uniforme do time português.

Edílson apresentado no Benfica.
Foto: serbenfiquista.com

O brasileiro aportou em Lisboa no início da temporada 94/95 para integrar uma equipe que contava com nomes como Mozer, Caniggia e Michel Preud’homme.

Edílson e Caniggia comemorando após um gol.
Foto: Fernando Correa

Em 21 de agosto de 94, Edílson saiu do banco para debutar com a camisa encarnada e suas atuações logo fizeram com que os benfiquistas se apaixonassem pelo jogar.

A questão é que mesmo com o Capetinha jogando bem, o então técnico Arthur Jorge e sua comissão não morriam de amores pelo atleta e logo o ambiente deu uma azedada.

Arthur Jorge e seu bigode não gostaram muito do Capetinha.
Foto: Twitter/ @SLBVintage

Isso não impediu que a torcida o amasse e isso levou a um episódio pitoresco: os adeptos fizeram uma vaquinha para que o baiano fosse contratado em definitivo, o que não deu certo e o brasileiro foi embora.

No dia 28 de maio de 1995, quando o redator que vos fala completava 7 primaveras, Edílson fez seu último jogo pelo Benfica marcando o único gol do jogo no triunfo frente ao Braga, no Estádio da Luz.

Em números frios foram 31 jogos e 17 gols. Média de 1 gol a cada 2 jogos, o que convenhamos não foi nada mal para um reserva. Depois da aventura lisboeta, Edílson nunca mais jogou em solo europeu.

O Capetinha merecia ter jogador mais no velho continente?

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